Letras e cifras :                                                    

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Letras

O que fazer

É impossivel compreender
O que você faz pra viver
Se enconde atrás de portas
Se prende em ilusões
Sua vida é uma prisão
E nada disso adiantou
Ficar entre as grades
Esperando o que fazer

(Refrão)
O que fazer agora que você
Evaporou no ar tentou
Se esconder
Do que não pode compreender

Não sabe o que é viver
Tem medo de aprender
E o que não pode enxergar
Também, não faz questão de ver
A sua intolerância faz de tudo
A confusão, ficar entre as grades
Esperando, o que fazer

 

Anjo Caído

Se você encontrou um anjo caído
Com suas asas despedaçadas
Não tem porque fugir então
Não é a resposta não

Não tem porque se esconder
Perdido em pensamentos
Corre em minhas veias o ódio e o rancor
O sangue escorre e ferve e me consome
O medo e o pudor

Despedaçado sem olhar prá trás
Sem nunca dizer adeus
Viagem sem som, sem luz, sem ar
Sem nexo e sem noção

 

Ninguém acredita em mim

No dia em que eu nasci
Vi o mundo ao meu redor
Não tenho nada a perder
As coisas são assim
Quase tudo que eu quero
Está mais longe de mim

Quantas vezes olhei em frente
E não, não vi o final
Quantas vezes tentei fugir
E não, não consegui

Então ninguém acredita em mim
Com um punhal no coração
Fui ao inferno e voltei
O tempo parou, abro os olhos rumo à luz
E o que vejo não, não me seduz

No dia em que eu nasci
Me vi num mundo e não
Não vi nada em mim
Muitas vezes penso em viver
Em minha lucidez não me basta entender

Quantas vezes olhei em frente
E não, não vi o final
Quantas vezes tentei fugir
E não, não consegui

 

Apocalipse

Cercado por almas vazias
Não sinto meu coração bater
Aquele paraíso tão perto
É o inferno que já vai chegar

Vivendo entre anomalias
Eu vejo um velho espirito morrer
Aqui no labirinto perdido
Dentro de um buraco sem respirar

Quando o apocalipse chegar
Te que ver sangrar por mim
Quando essa porra acbar
Te quero ver sangrar por mim
Quando essa porra acabar

Quando o apocalipse chegar
Quando o apocalipse chegar

Portas se feham no corredor
Vidas se perdem em meio a dor
A velha imagem se renovou
O velho segredo se revelou

Juntando mentiras pra me esconder
Busacando palavras pra não dizer
Um monte de coisas que dizem sim
Mas te quero ver sangrar por mim

 

Olhos vermelhos

Meus olhos vermelhos foi o que sobrou
De uma vida sem porque,sem viver
Sinto que o coração, parou de bater
Tudo em minha vida, não tem porque

Aonde foi que nos perdemos
Será que não sabemos mais quem somos
Tinhamos sonhos, ninguém poderia nos derrotar
Tinhamos sonhos, toda dor ia passar

Não mais, não olhei pra trás por medo de me perder
Não mais, não olhei pra trás por medo de me perder.

 

Hipnose

Figuras ilustradas
Em livros em jornais
Palavras que não que enchergar
Em livros de românce
Delírio hipnose
É isso que me leva a pirar

(Refrão)
Eu sei de tudo que já fiz
E o que ainda vou fazer
Não quero me hipnotisar
Para um dia responder
Eu sei tudo que passei
E não vou me preocupar

Calor inusitado
Percebo a distancia
Que divide o sol
Em algum lugar
Vivendo sem fronteiras
De um lugar a outro
Quase me perdendo por aí

Nos giros do relógio
A mente gira e o universso
Se desloca do lugar
Nas éras mais distantes
Me vejo em lugares
Que não me importo de ficar

 

O que me deixa louco

Sei que não me lembro mais
Do que já passou
Tudo que esqueço
Do que não sobrou
Quando tenho medo
Tento encontrar alí
Tudo que mereço
Tenho a minha dor

(Refrão)
Que me deixa louco
Em alucinação
Frente a um abismo
Em uma prisão

Sei que não tem volta mas
Quero encontrar alí
Tento esconder a dor
Quero imaginar o fim
Tudo ao meu redor me diz
Que tudo acabou assim
Que tenho tanto medo
Tenho a minha dor

Sem destino

O calor queima o asfalto dessa estrada
São quilômetros percorridos e mais nada
Sonhos ficam sempre ao longo dessa estrada
Nesse sonho o que eu vejo não acaba
O que eu tenho pela frente não me pára
O que eu sinto simplesmente não diz nada

(Refrão)
Quero encontrar em algum lugar
Onde eu possa ver, no que possa crer
No que acreditar, onde encontrar
O que vou fazer, onde vou achar

Pensamentos voam longe nessa estrada
O caminho dessas pedras não acabam
Inimigos pela frente não me faltam
O que eu vejo quase sempre não me agrada
O vento sopra o meu coração dispara
O que eu sinto simplesmente não diz nada

 

Quero ver você sorrir

Nunca quero implorar/ Algo vai acontecer
Um dia novo vai chegar/ É o amanhã que vai nascer
Você que sempre quer ouvir/ o que não quero lhe dizer
Agora eu vou me mandar/ Pra nunca mais aparecer

(Refrão)
Eu vou ficar aqui/ Não vou fugir do que eu fiz
Não vou chorar por ti eu quero ver você sorrir
Eu vou ficar aqui/ Não vou fugir do que eu fiz
Não vou chorar por ti eu quero ver você sorrir


Já não imposta quem eu sou/ E o que todos vão pensar
Agora eu quero saber/ o que com isso vou ganhar
Você que sempre quer ouvir/ o que não quero lhe dizer
Agora eu vou me mandar/ Pra nunca mais aparecer

Não posso mais me proteger
E tento ir pra esquecer
Vários momentos levarei
E tento ir pra esquecer

 

Selva

A solidão nos encobre sobre sombras
Mas tão perto e tão longe da saída
Esconderijo perfeito da razão
Enquanto isso procuro eu a direção

Volto os meus olhos para o céu
As vertigens não deixam eu enxergar
Enquanto o silêncio é que me diz
Você é uma ilha e nada mais

Nessa selva que vivo não descanso
Permaneço jurando a mim mesmo
Não vender minha alma por dinheiro
E nem tão pouco enlouquecer num pesadelo

Volto os meus olhos para o céu
As vertigens não deixam eu enxergar
Enquanto o silêncio é que me diz
Você é uma ilha e nada mais

Sigo a luz

Varia o sono que não vai chegar
Congela a noite fria ao voltar
Fazendo tudo que tem a fazer
Sofrendo tudo que não vou sofrer

Nunca mais, não vou mais
Nunca mais, não vou mais

(Refrão)
Sigo a luz e sigo o vento sem notar
Pela luz e a escuridão dessa cidade
Sigo a luz e sigo o vento sem notar
Pela luz e a escuridão dessa cidade

Teria tudo e não teria mais
Veria a luz e não seria o sol
Parece tudo tão artificial
Adiantaria não ser sempre igual

Nunca mais, não vou mais
Nunca mais, não vou mais

O tempo tem que parar

No meu caminho
Eu já sei o que passou
Da minha vida
Eu já sei o que será
Várias estradas
Eu vou ter que percorrer
Enquanto sonho
Com o medo de achar

Palavras tão vazias
Sonhos tão distantes
O vento chega devagar
E me faz frio nesse instante
Caminhar não é o bastante
Tenho que pensar
O medo é irrelevante
O tempo tem que parar

(Refrão)
AHHH o tempo tem que parar

Do meu caminho
Eu não sei o que restou
Da minha vida
O que faço é lembrar
Várias estradas
Eu vou ter que percorrer
Enquanto sonho
Com o medo de achar

Palavras tão vazias
Sonhos tão distantes
O vento chega devagar
E me faz frio nese instante
Caminhar não é o bastante
Tenho que pensar
O medo é irrelevante
O tempo tem que parar

Caos

Não devo me importar
Não quero encontrar alguém
Em que eu possa crer
E que se esconda por aí
Não vejo mais ninguém
Só vejo o que me convém
E tento acreditar
E tento acreditar em quem

(Refrão)
Eu vou me entregar
Não quero mais fingir
Não quero mais chorar
Não quero mais sorrir
Vou ver o sol nascer
Vou ver o sol descer
Não quero ser igual
E tento me espressar
Assim, assim yeah, yeah, yeah

Me pego a pensar
Não vou enlouquecer também
E tento me esconder
Não quero mais cair
Eu sei o que fazer
Não sei o que dizer
E tento imaginar
E tento imaginar o fim

 

Medo de acordar

Sinto que esse mundo não vai viver
Uma dinâmica irresponsável ter
Submundo eterno da ingratidão
Uma criança vivendo na ilusão
De que nada se passa sem perceber
Vou correndo e vivendo pra não morrer

Medo de acordar, sinto não voltar
Medo de acordar, sinto não voltar

Não é o que parece ser
Não é o que eu vou dizer
Nem quero te mentir também
Profetas não existem mais
Mais...

Uma vida

Vejo motivos pro que sou
Na sombra do que me levou
A ter motivos pra viver
Sincero e sem nenhum porque
Vendo de tudo acontecer
Parado e sem me esquecer
De que o mundo ao meu redor
Transforma e fica bem pior

Eu sei que o infinito vai mudar o pensamento
Que limita a nossa vida a essa vida sem limites

Não quero nem pensar, não quero me importar
Só vou deixar rolar vai tudo se ferrar

Perdidos

Eu vou voltar não sei
Porque você não vem
Sem mais porque
Não tente ser o que não é
Vou me perder
Vou me perder na escuridão
E vou viver
E vou viver num turbilhão

(Refrão)
Num turbilhão de imagens loucas
Sem uma noção que seja pouca então
Perdido sem reencontrar
O que está perdido
Deixe ficar então

Não sei qual é a sua
Não sei o que dizer
Sem vida e sem motivo
Sem mais o que fazer
Em frente ao paraiso
E uma desilusão
Perdido e indeciso
Sozinho e sem porque

Bon Scott

Falta coragem de olhar no espelho
O medo impede o penssamento de ir mais além
Soltoas amarras pra me libertar
Sigo a viagem caminhando pra lugar nehum
O peso e a culpa vem me encomodar
Nada maior do que o medo e que a solidão
Me sinto mais um a não ter moral
Não sou bandido mais me sinto mal
Mais um segundo pra chegar ao fim
Mais uma dose de ilusão com gelo e o velho gim
Mais uma dose pra chegar ao fim
Mais uma dose de ilusão com gelo e o velho gim
Bebo e acordo em outro lugar
Com a boa e velha companhia que eu não quero estar
Me sinto mais um e me sinto mais a não ter moral
Porque um teto rodando quase sempre é igual
O peso e a culpa vem me encomodar
Nada maior do que o medo e que a solidão
Me sinto mais um a não ter moral
Não sou bandido mais me sinto mal

Mais rápida que a escuridão

Quilômetros intermináveis
O caminho mais curto pra chegar ao fim
Vejo a angústia no acostamneto
Faixas contínuas que não chegam ao fim
Sinto em minhas veias
O sangue é o combustivel que corre em mim

Mais rápida que a escuridão
Enquanto eu corro eu vejo a luz em outra direção
Mais rápida que a escuridão
Fugindo pela janela em meio a explosão

Não olho para os lados
Não sinto mais aquele medo que me consumiu
Sirenes que me perseguem
Me avisando que ainda estou preso aqui
Sinto em minhas veias
O sangue é o combustível que corre em mim

Mais rápida que a escuridão
Enquanto eu corro eu vejo a luz em outra direção
Mais rápida que a escuridão
Fugindo pela janela em meio a explosão

Nova Tempestade

Costurando o caminho veias pulsam o medo
Sei que estou sozinho preso em um tiroteio
Quando foi que perdi a inocência de viver
Uma infância infeliz e uma vontade de correr
Não você não pode imaginar,
O que se passou aqui trancado
No decorrer de longos anos e nem vai advinhar
O que acontece agora que estou parado em meio ao tempo Perdido em mim mesmo
Tempestade leve-me daqui
Qualquer dia vão juntar os restos de mim
E só então vão lembrar que estive aqui
Agora olhe para mim e diga o que vê
Não escuto os meus passos não penso em você
Eu me escondo aonde nasce a neblina
E com a loucura posso me perder
Só com a loucura posso me perder
                                                                    

  

                                                                                                                                                                                                                                    

       

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

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